PLANO DE SEGURANÇA ACERVO MUSEOLÓGICO_ SESI MAO.docx (4)

Published on Aug 21, 2026

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PLANO DE SEGURANÇA DO ACERVO MUSEOLÓGICO SESI MAO SESI Museu de Artes e Ofícios - MAO Belo Horizonte/MG 2026SESI Museu de Artes e Ofícios - MAO Flávio Roscoe Presidente SESI SENAI / FIEMG Christiano Leal Superintendente SESI SENAI Karla Bittar Gerente de Cultura Bárbara Laredo Coordenadora Administrativa de Cultura Jhonatan Rosa Willian Miranda Auxiliares Administrativos Adilson Pereira Supervisor Operacional Mariana Theodórica Supervisora Técnica I Thiago Oliveira Museologia e Mediação Kelvin Martins Assistente de Conservação e Restauração Amanda Oliveira Lidiane Silva Victor Carvalho Assistente de Mediação Museológica Tainara Silva Auxiliar de Mediação Museológica Daniel Martins Geraldo Souza Manutenção Predial - Oficial de Manutenção I Jair Gama Manutenção Predial - Oficial de Manutenção II Ailton Rodrigues José Teixeira Wanderley Fonseca SArah Moreira Portaria Fernando Junior Comunicação - Designer Visual Bruno Santos Comunicação - Analista de Comunicação I Victha Acthiva Museologia e Produção cultural Allysson Fábio Costa Da Silva Gudu COREM 2R 1141-I Museólogo coordenador Adriana Lage Borges Souza COREM 2R 1423-I Aléxia Thimóteo Domingues Matos COREM 2R 1444-I Museólogas assistentes Mariana Onofri Conservadora e restauradora Gustavo Henrique Alcântara Santos CAU/MG: N° A306536-7 Arquiteto, urbanista e designer de interiores Matheus Maia MTE: 65553/MG Técnico de Segurança do Trabalho Projeto Gráfico Adriana Lage Borges SouzaRegistramos nosso agradecimento ao Prof Dr. José Luiz Pedersoli Júnior, autor do Plano de Segurança do Acervo do SESI Museu de Artes e Ofícios (2011), cuja metodologia permanece como a principal referência técnica desta atualização. O trabalho desenvolvido em 2026 buscou preservar a estrutura conceitual do plano original, incorporando as transformações ocorridas nos últimos quinze anos e as diretrizes contemporâneas de gestão integrada de riscos, conservação preventiva e documentação museológica, conforme as referências complementares apresentadas no Capítulo 8. Este reconhecimento expressa o respeito à contribuição técnica do autor e à relevância duradoura de seu trabalho para a salvaguarda do patrimônio museológico brasileiro.ossa profunda admiração e agradecimento ao professor, químico, cientista da conservação e uma das maiores autoridades globais em gestão de riscos para o patrimônio cultural, José Luiz Pedersoli Júnior, autor do plano original de segurança do acervo do SESI Museu de Artes e Ofícios (MAO), desenvolvido em 2011. Ao sermos contratados para efetuar a atualização deste plano, fomos brindados com uma estrutura metodológica de vanguarda. A qualidade, completude e visão de futuro do seu diagnóstico inicial serviram como uma espinha dorsal sólida e indispensável para o nosso trabalho. O fato de o escopo por ele estabelecido em 2011 continuar atual demonstra a grandeza técnica de sua atuação no setor patrimonial. O papel desta equipe buscou somar e ajustar as nuances do tempo e as transformações ocorridas ao longo dos últimos anos a sua estrutura, honrando o legado de rigor técnico por ele estabelecido para a preservação deste patrimônio cultural..Lista de figuras Figura 1 - Gráfico da distribuição percentual do valor do acervo do SESI MAO................................18 Figura 2 - Vista aérea do SESI MAO e sua localização no hipercentro de Belo Horizonte, na Praça da Estação, margeando as linhas de trem e metrô da Estação Central e próximo ao Ribeirão Arrudas que corre canalizado sob a Avenida dos Andradas........................................................20 Figura 3 - Vista aérea do SESI Museu de Artes e Ofícios (MAO), evidenciando sua inserção no conjunto ferroviário e urbano da Praça da Estação............................................................................................21 Figura 4 - Corredor de exposição do acervo a ação da luz, radiações, poluentes, etc..................32 Figura 5 - Exposição de objetos do acervo museológico em área externa.......................................... 34 Figura 6 - Expositor de vidro com abertura lateral...................................................................................................37 Figura 7 - Área lateral externa junto à calçada da rua Sapucaí......................................................................41 Figura 8 - Exposição de acervo museológico em área externa junto aos trilhos da Estação Central, exposto às ações de tráfego de composições ferroviárias e metroviárias.......................... 45 Figura 9 - Sistema de CFTV.......................................................................................................................................................49 Figura 10 - Acervo em exposição com proteção de cúpula de vidro transparente.......................53 Figura 11 - Extintor de incêndio instalado próximo aos acervos expostos.............................................58 Figura 12 - Encontro da esquadria com a alvenaria, evidenciando.............................................................63 os espaços abertos resultantes da modulação dos blocos.................................................................................63 Figura 14 - Armazenamento adequado do acervo em armários..................................................................75 deslizantes na reserva técnica, visando à conservação preventiva.............................................................. 75 Figura 15 - Exposição de peças do acervo na área externa da plataforma do metrô...................80 Figura 16 - Estudo de insolação no Inverno - SESI MAO......................................................................................82 Figura 17 - Estudo de insolação no Verão - SESI MAO...........................................................................................82 Figura 18 - Incidência de luz solar diretamente sobre objetos do acervo..............................................871. Introdução..................................................................................................................................................1 2. Objetivo e alcance.................................................................................................................................9 2.1. Objetivo.................................................................................................................................................................. 9 2.2. Alcance...................................................................................................................................................................9 3. Requisitos para implantação............................................................................................................13 Ecossistema HBIM (Heritage Building Information Modeling)....................................................13 3.1. Mapeamento preciso de agentes de deterioração...................................................................... 13 3.2. Simulação e resposta rápida a emergências..................................................................................14 3.3. Manutenção preventiva centrada na conservação.....................................................................14 4. Contexto Institucional........................................................................................................................17 4.1. Missão SESI MAO.............................................................................................................................................17 4.2. Acervo SESI MAO............................................................................................................................................17 4.3. Instituição SESI MAO................................................................................................................................... 19 4.4. Atores e partes interessadas..................................................................................................................20 4.5. Monitoramento e revisão do contexto...............................................................................................21 5. Avaliação de riscos à segurança do cervo.................................................................................. 25 5.1. Definição de “risco”....................................................................................................................................... 25 5.2. Os 10 agentes de deterioração...............................................................................................................25 5.3. Riscos para o acervo do SESI MAO...................................................................................................... 28 5.4. Monitoramento e revisão de riscos.....................................................................................................28 6. Tratamento de riscos e segurança do acervo................................................................. 31 6.1. Definição de “tratamento de risco”.......................................................................................................31 6.2. Os 5 estágios de controle de riscos......................................................................................................31 6.3. Tratamento de riscos para o acervo do SESI MAO..................................................................... 34 6.3.1. FORÇAS FÍSICAS:................................................................................................................................. 35 6.3.2. FORÇAS FÍSICAS:............................................................................................................................... 40 6.3.3. CRIMINOSOS:.......................................................................................................................................46 6.3.4. FOGO:.......................................................................................................................................................54 6.3.5. ÁGUA:.........................................................................................................................................................61 6.3.6. PRAGAS:..................................................................................................................................................70 6.3.7. POLUENTES:..........................................................................................................................................76 6.3.8. LUZ E RADIAÇÃO UV e IV:..............................................................................................................81 6.3.9. T e UR INCORRETAS:........................................................................................................................85 6.3.10. DISSOCIAÇÃO:...................................................................................................................................90 6.4. Monitoramento e revisão do tratamento de riscos................................................................... 92 7. Anexos.....................................................................................................................................................95 7.1. Anexo 1 - Materiais e equipamentos básicos para resposta a emergências no Museu...........................................................................................................................................................................95 7.2. Anexo 2 - Priorização e orientações básicas para o resgate e secagem de materiais de acervos museológicos afetados pela água................................................................96 8. Bibliografia............................................................................................................................................ 99